segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Shampoo , com ou sem sal ?




De tempos em tempos, surge uma tendência no mercado de cosméticos para cabelos. Se antes a praticidade do xampu 2 em 1 e do gel para manter os penteados causava frisson, hoje em dia estão no auge do sucesso os produtos ditos não agressivos — aqueles que têm o compromisso de proteger as madeixas de intempéries como poluição, sol, ar seco e cigarro. E, nessa linha, o grande destaque das prateleiras é o xampu sem sal, que, com a promessa de preservar os fi os, ganha espaço em pontos de vendas e salões de beleza. “Sem dúvida, o xampu sem sal conquista cada vez mais consumidores”, nota Alessandra Rebouças, coordenadora de desenvolvimento de produtos da Unilever, fabricante da marca Seda. “Hoje, o fato de um xampu ser sem sal é considerado pelas pessoas um grande diferencial”, corrobora Maria Silva, química da Kush Laboratories do Brasil, laboratório responsável pela marca Truss.

Mas, antes de mergulhar de cabeça — e madeixas — na nova onda, convém primeiro desfazer uma eventual confusão: o sal da fórmula do xampu não é o mesmo usado no preparo de alimentos. Pode-se dizer que eles são parentes. “Ambos recebem o mesmo nome, cloreto de sódio. Porém o sal usado nos cosméticos para cabelos não contém iodo, o que o torna mais puro”, explica o tricologista, profissional que estuda o couro cabeludo, Valcinir Bedin, diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo.

Nas formulações da indústria de cosméticos, o cloreto de sódio é usado para dar viscosidade, agindo como um espessante. “Ele confere a consistência necessária para que o produto não escorra quando colocado nas mãos”, explica a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo. Então, seria só isso o que as versões sem sal teriam de diferente pra valer? As respostas dividem os especialistas.


XAMPU SEM SAL
Ele protege na medida certa e por isso pode ser usado em todos os tipos de cabelo.

XAMPU COM SAL
Uma pitada de cloreto de sódio faz diferença na viscosidade do produto.

Boas novas , sobre a maçã.


Diz o ditado americano que comer uma maçã por dia é a receita para manter-se longe das doenças e, portanto, do consultório médico. Estudiosos espanhóis também apostam nessa fruta como garantia de longevidade. Eles observaram que o fruto da macieira ajuda a controlar os níveis de colesterol, triglicérides e glicose no sangue. A pectina - um tipo de fibra solúvel, presente na polpa da maçã e capaz de arrastar gorduras para fora do organismo -está por trás dessa ação, diz a pesquisadora Maria Amaya Aleixandre, uma das autoras do trabalho, que foi realizado na Universidade Complutense, em Madri.

Livre da úlcera

Que tal forrar o estômago com a fruta?
Cientistas da Universidade Federico II, na Itália, garantem que ela preserva as paredes do órgão e, assim, mantém mais distante o perigo da úlcera. Eles comprovaram esse benefício por meio de um estudo com ratos. O pesquisador Vincenzo Fogliano, um dos autores, explica: Os polifenóis da maçã atenuam a acidez. E a acidez, como se sabe, tem boa parcela de culpa na doença.

1 Fuji: sua polpa é aromática, de coloração amarelo-clara, firme, crocante, de sabor levemente ácido.
2 Gala: o gosto, que resulta do balanço perfeito entre ácidos e açúcares, cai em cheio na preferência de todos, sobretudo da criançada.
3 Red: também chamada de maçã argentina. A polpa é esbranquiçada e pouco suculenta.
4 Granny smith: um dos tipos de maçã verde mais encontrados aqui no Brasil. A polpa, branca com estrias verdes, é firme, crocante, suculenta e ácida.

As crianças e os seus dentes.


A CRIANÇA E OS DENTES

A finalidade deste escrito é chamar a atenção dos pais para algumas peculiaridades e cuidados com os dentes das crianças. É sumamente importante que se reconheça o valor e a importância dos dentes chamados decíduos, dentes-de-leite ou dentes temporários. Eles realmente são temporários, porém nem por isto devem ser descuidados.
Os dentes-de-leite, são em número de 20, dez em cada arcada. Dividem-se em grupos e cada grupo tem sua finalidade específica na mastigação. Os incisivos cortam, os caninos rasgam e os molares trituram. Isso caracteriza a necessidade da presença de todos os dentes, para que seja efetuada uma boa mastigação.
Deve ser ressaltado que, nas dentes temporárias, não existe o grupo dos prémolares, que se encontram depois nos dentes permanente.
A mudança dos dentes
Quanto à substituição dos dentes temporários pelos permanentes, é fundamental esclarecer alguns pontos que são imprescindíveis para o cuidado deles. Os dentes permanentes vão se formando por baixo dos temporários e, conforme evoluem em sua formação, reabsorvem concomitante mente as raízes dos antecessores, até que estes caem e os permanentes aflorem. Eis a razão porque os dentes temporários, quando caem, não têm raízes.
Mas antes eles as tiveram, tal qual os dentes permanentes.
A dentição permanente inicia com a erupção dos primeiros molares, os quais se localizam atrás de todos os de leite, sem substituir, portanto, nenhum temporário. Os pais devem ter conhecimento deste fato - o nascimento dos primeiros molares aos 6 anos - pois é comum confundirem estes dentes com dentes-de-leite, em razão de, ao nascerem, não ter caído nenhum dente. Esta confusão é lamentável e, por vezes, desastrosa, leva ao seu descuido e, com freqüência, até a sua perda total. E estes são talvez os dentes mais importantes de todos os outros permanentes, porque, durante a época da mudança, são eles que mantêm a articulação. Por isso, são chamados "dentes-chave-da-oclusão", isto é, dentes que sustentam e dirigem a correta posição dos outros dentes. Sua perda prematura gera distúrbios difíceis de serem reparáveis, não só estéticos, mas também aqueles prejudiciais à própria saúde e desenvolvimento harmônico da criança.